sexta-feira, 9 de abril de 2010

Chayenne 3.0

É estranho, que ouço falar tanto na solidão que existe entre todos os membros da família, mas vejo algo inesperado por aqui. Temos um apartamento, dividido entre a gente. Além de ter vários outros bens, que de certa forma, são de todos. Posso dizer em minha inocência, que quase parecemos uma família, só não saberia dizer se eu sou a mãe ou a irmã caçula deles.
Theodore parece aquele tio que mora junto só porque foi forçado pelo irmão, sempre tendo seus próprios assuntos e não gosta que ninguém se intrometa neles, não é de pedir ajuda, mas contempla uma grande admiração por parte de todos. Pra ele, ate podemos ser um inconveniente, mas nos atura de maneira incondicional.
Russel parece o paizão descolado, e o irmão mais velho do tio. Não se importa muito como andas as coisas, mas sempre parece alegre e da uma força para todos, sempre na medida do possível. Posso dizer que é o líder e o que manda, embora sua liderança não seja exatamente definida, mas ele preza pelos menos capacitados, por assim dizer.
Ahhhh Taylor, é o primo mal visto, ninguém gosta muito mas também faz parte da família, entendo que eles se conheçam de longa data, mas não compreendi ainda o porque dele ser a ovelha negra. Talvez tenha algo a ver com o fato dele ser o único a fazer parte de uma coalizão.
Bom, Charlie, é o irmão mais novo e rebelde, sempre ta aprontando com todos, além de ser aquele menino que não gosta de tomar banho, hehehehehe, mas não culpo por isso, não sei se sua desfiguração é algo agradável para ele. Nunca o conheci antes da transformação para saber se era pelo menos alguém apresentável.

Gostaria que Camille estivesse junto conosco, acho que ai sim daria um bom exemplo de uma mãe fictícia, se bem que ela é ainda uma incógnita para mim, pois quanto mais converso com ela, mais perguntas eu tenho sobre ela.

Acho que se não fosse o andamento sinistro das coisas ultimamente, ate seria legal que permanecêssemos um bom tempo nesse meio agradável. Só não sei quanto tempo duraria essa disposição recíproca de todos a manterem-se juntos.

Outra coisa que acho incrível é o fato de possuírem tantos bens, nunca em toda minha vida mortal tive tanto poder aquisitivo, agora depois de morta-viva, tenho praticamente tudo que eu quero, embora muitas vezes seja conseguido de formas escusas. O que não gosto muito também, mas os outros parecem não se importar. Acho que o fato de não morrer ajuda a tirar um pouco do caminho da moral. O que é certo ou errado é uma linha tão relativa para eles. Já tive que usar da violência contra pessoas, para me defender, mas eu nunca matei nenhum mortal, nem na primeira vez que provei da vitae, quando achei que tinha realmente matado alguém, foi somente uma confusão de minha parte.
Mas já vi algumas pessoas serem baleadas, e muitas outras sendo mortas pelos meus companheiros. Acho que fiquei mais fria na minha transformação, pois realmente não me importo com o que aconteça com os outros. Pelo menos ninguém que seja meu conhecido.


E assim, Darkness falou!

domingo, 4 de abril de 2010

Dragões!


Vejam só meus companheiros, a que ponto chegamos! Um reles desgarrado, nossa escória está propondo ajuda a nós, os Dragões! Não me admira que estejamos assim. Essa sociedade baseada na tolerância impune que o príncipe alega ser o melhor já não mais é necessária. É preciso que tenhamos uma mão de ferro em cima de todos os membros da família, pois se não o que ocorre é isso, vários de nós caindo nas mãos de algum caçador, que ouso dizer, só pode ser um dos nossos. Esse traidor precisa pagar pelo preço de ser tanto ousado. Ainda não entendo por que minha cria não descobriu nada relacionado ainda a esses assassinatos gostaria de saber o que aquele egoísta acha que está fazendo, é muito fácil delegar um título a alguém, mas é muito mais fácil arrancá-lo de volta.
 

E assim, Darkness falou!